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Da série, e o belo vende? 1

Julho 13, 2020 e o belo vende?


Nascemos com um sentido estético que será, como em tantas outras áreas do ser, moldado pelas experiências a que vamos estando expostos, ampliadas pelo número de vezes em que tenhamos sido convidados a partilhar lugar com o objeto contemplativo e dessa proximidade absorver a percepção que nos transforma.

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Este sentido estético inimitável em cada pessoa é como que um sensor único que religa através dos momentos belos, materializados em espaços, objectos, situações ou pensamentos e sinalizados por meio das emoções que o belo desperta em cada um de nós, sendo continuamente cumulativa a soma de cada experiência perceptiva para o nosso histórico de referências com que a cada momento balizamos as novas experiências do belo que vivamos.

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O sentido estético permite que possamos apreciar, julgar e decidir o que nos aproxima de um ideal de beleza. Muitas vezes esta aproximação chega-nos também pela mão da perfeição, dessa sensação e certeza num acabado irrepreensível mas nem sempre tem de ser assim.

A sintonia presente no nosso catálogo de emoções, influi também ela numa maior certeza e clarividência no encontro com a beleza.

Em maior ou menor grau de racionalização, o conceito do belo está presente nas nossas vidas actuais, tornando-se visível nas procuras diárias pela beleza que desejamos por perto.

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Mas então e por outro lado, o belo vende?

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O belo atrai a si, magnetizando com um conjunto de características materiais, visuais e emocionais que oferecem a experiência na qual desejamos imergir e idealmente, elevarmo-nos, passando a ter mais daquela matéria com que se amplifica o tempo.   

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O belo converte, qualquer que seja a forma que as marcas queiram assumir e trabalhar para si.

A palavra e o contexto são duas dessas vertentes, onde uma mensagem escrita com o cunho da beleza presente na voz de cada marca e revelada por um contexto próprio criado apenas para ela, ligará os pontos de intersecção entre as pessoas, as marcas e as suas mensagens.

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Caberá às marcas terem a leveza de criar experiências transformadoras para os seus públicos, e com estas dádivas conquistarem os corações dos seus clientes.